Python Brasil [9]

Com mais de um mês desde a nona edição da Python Brasil, finalmente consegui arrumar meia hora pra tentar (quando eu digo tentar, é só tentar mesmo) colocar em palavras o que foi o evento.

A minha experiência com comunidade é nova, iniciou-se em março/13 quando comecei a trabalhar com Python na 128Bits e, mais ainda na Python Nordeste 2013. Lá na #PyNe pude começar a ver a magnitude daquilo e comecei a imaginar até onde aquilo poderia me levar.

A Python Brasil conseguiu ser ainda mais incrível. Não só por ser a minha primeira, mas também porque logo de cara, fui como palestrante. Ainda hoje não sei descrever o que passou na minha cabeça quando tive a palestra aprovada. Não sabia se ficava feliz ou desesperado.

Passada toda a euforia e ansiedade antes da viagem, finalmente chegou o dia. Infelizmente acabei não chegando a tempo Django Day, tenho certeza que foi muito bom.

O evento pra mim, só começou mesmo depois da minha palestra que por sorte, foi no primeiro dia, antes disso não consegui me concentrar em nada e quando chegou a hora, apesar do (grande) nervosismo, acho que falei o que tinha pra falar. O vídeo da palestra vocês podem conferir aqui: https://www.youtube.com/watch?v=vfVwn7h1dUE :)

Passada a tensão pude aproveitar o evento e fui ver as palestras. Muita coisa boa, muita mesmo, era tenso escolher o que assistir com tanta coisa em paralelo. O que me confortava era saber que depois tudo ia estar disponível no Youtube.

O evento foi muito bacana entre muitos motivos, por ter tido a oportunidade de conhecer muita gente, conheci pessoalmente Fernando, Renato, Rael, Francisco Souza, Vinícius, Rômulo, Avelino, Bruno Rocha, revi Henrique, enfim, muita gente.

No primeiro dia de evento à noite, saímos apenas pela cidade, não nos encontramos com ninguém da comunidade.

Passado mais um dia de palestras inscríveis, finalmente saímos pela primeira vez com a galera. Fomos num bar, e lá encontramos Henrique e, tive a oportunidade de conhecer a galera de Minas, desses só peguei contato do João e do Cássio. Fiquei feliz porque vi uma galera animada, os “mineirim-come-queto” não são tão “mineirim-come-queto” :p. Achei massa também porque depois do evento acompanhei um pouco da movimentação do PUG-MG e vi que eles tão balançando as coisas lá por BH. Durante o evento surgiu até a ideia de fazer a Python Brasil 11 por lá, quem sabe a ideia não vai pra frente mesmo :D

Saímos novamente durante os dois dias seguintes, e sempre foi igualmente f*da. (Vou ficar devendo as fotos).

Não lembro se foi na #PyBr ou na #PyNe, mas lembro que o Henrique falou o seguinte:

“Python é a minha desculpa pra viajar e conhecer pessoas.”

Isso é a mais pura verdade. As palestras são boas? São, mas tá tudo no Youtube depois do evento. A ideia de verdade mesmo de um evento como esse é conhecer pessoas, rever quem você conhece, fazer conexões, profissionais ou mesmo criar amizades. Claro, tudo isso é bem melhor se regado a uma cerveja bem gelada :D. #horaextra #ftw

Outro ponto positivo foi que outras pessoas do PUG-PI puderam perceber isso, Marcos e Luckas voltaram bem empolgados. Eu acho que comunidade é uma bola de neve, uma pessoa conhece a comunidade, vê a maravilha que é, convida outra pessoa pra conhecer, e mais outra e por aí vai.

E pensar que até a minha palestra ter sido aceita eu ainda não estava totalmente decidido a ir. Hoje tenho em mente que anualmente faço no mínimo duas viagens: PyNe e PyBr. Todo ano, já prepararei o orçamento visando esses dois investimentos.

Minha próxima viagem já tem data marcada, 1, 2 e 3 de maio tô descendo em salvador ;)

Comments